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IMIGRAÇÃO
Março 2019

Em pesquisa recente, Media Matter for America, um grupo progressivo observador e crítico da mídia americana, descobriu que o grupo dos imigrantes não documentados é o mais difamado pela mídia conservadora americana. 

A pesquisa documenta a propagação de "reportagens mitos" onde os imigrantes não documentados são acusados de causas a atual crise econômica e de "subverter o processo eleitoral" entre outros.

Para ler a pesquisa na integra, clique aqui.

Realmente os ares da administração Obama está fazendo dos Estados Unidos um país mais humano.  Um projeto de Lei de autoria do senador democrata por Los Angeles, Gil Cedillo, foi aprovado pelo Senado Estadual da Califórnia, o qual da condições legais para que os milhões de imigrantes indocumentados consigam obter a carteira de habilitação. 

Mas para que ela realmente entre em vigor é necessário ser sancionada pela Câmara dos Deputados e posteriormente pelo governador Arnoldo Schwarzenegger.

Chamada de SB-60, o projeto rege que não será uma “driver´s license”, mas sim uma autorização para dirigir veículos motorizados dentro do estado. O documento terá dispositivos de segurança congruentes com as diretrizes federais do Real ID que entrarão em vigot em 2010.

O projeto teve 23 votos favoráveis e 13 contráriods e não foi apoiado por nenhum republicano.

Cedillo já havia tentando ortorgar autorização para que imigrantes tivesse direito de dirigi. Isso aconteceu em 2003. Ela foi aprovada pelas duas câmaras e assinada pelo então governador democrata Gray Davis, mas assim que assumiu o poder, Arnold Schwarzenegger, vetou alegando que estava deixando a segurança nacional mais vulnerável.

Nesta nova proposta cedillo afirma que o documento permite que os imigrantes possam dirigir legalmente no estado, mas não servirá como identificação.

Fonte: (Redação Braziliantimes.com)
A worsening economic crisis could spur the poor to seek jobs in new lands – or even to return home
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Promises across oceans: Filipinos apply for jobs overseas; foreign remittances contribute to 14 percent of the Philippines GDP

NEW YORK: When a nation’s population becomes far larger than its domestic economy can readily accommodate, governments can either do nothing and allow poverty to set in or they can export people. That policy has worked for many countries. In 2008, nearly $300 billion were remitted to developing countries by immigrant labor.

But the global economic crisis which is hitting the developed countries hard might generate a tsunami-like wave of migrants returning home, and falling remittances hitting the developing nations even harder.

 

Many developing countries have found it attractive and profitable to facilitate the departure of workers and their families. By having their citizens work abroad, sending countries have the opportunity to gain valuable foreign exchange through remittances, reduce domestic unemployment and lessen poverty levels as well as diminish the risks of civil unrest.

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Fui apresentado a ele num jogo de futebol. Vestia uma camisa da seleção argentina, listas azuis e brancas, verticais. Conversamos um pouco, papo amistoso, nada de tirar sarro sobre a eterna rivalidade entre as nossas seleções de futebol, apenas algumas brincadeiras de praxe, afinal, os hermanos são nossos tradicionais adversários no mundo da bola. Batemos uma bolinha juntos, acho que até nos acertamos em alguns lances, jogamos no mesmo time. Mas não foi mais do que isso. Após o jogo, cada um se despediu e fomos cada um para o seu lado.

 

Na semana seguinte, novo encontro, em Westchester, subúrbio de Nova York. Acordei bem cedo para não chegar atrasado, afinal seria um momento importante. Peguei o metrô até a última estação de um dos lados do Bronx e depois, um ônibus intermunicipal. Mais uns quinze minutos de viagem e finalmente o destino.

A maioria de nós já foi abordada por um ativista ou outro em busca de apoio à alguma causa. A luta pelos direitos humanos, civis e constitucionais que fizeram dos Estados Unidos um exemplo para o mundo - ainda hoje pulsa. Nos governos democráticos desenvolvidos, a reinvindicação coletiva organizada - que se faz através de passeatas, abaixo assinados ou telefonas massivos aos congressistas e senadores daqueles paises - é a forma mais eficiente de se ter demandas populares atendidas. Como a comunidade brasileira pode manifestar seu apoio ao DREAM ACT (The Development, Relief and Education for Alien Minors Act) e outras leis que afetem nossos direitos nos Estados Unidos ? dream_act_2 1. LIGUE -  Assista a esse curto video que ensina a ligar para o congresso e contactar seu representante. O website do Conselho Nacional La Raza (The National Council of La Raza) ajuda a você ligar para os seus representantes exigindo apoio ao DREAM Act. 2. FAX - O website do America’s Voice ajuda você a enviar um fax eletronico de apoio ao DREAM Act aos seus representantes no Congresso. 3. EMAIL - O website Change.org ajuda você a enviar um email de apoio ao DREAM Act para seus congressistas. 4. ASSINE O ABAIXO ASSINADO - O website Dreamactivist.org tem a petição ofiaical em apoio ao DREAM Act. 5. ENVIE UMA MENSAGEM DE TEXTO com seu celular - Text “Justice” (”Justicia” em espanhol) para o número 69866 para ser o primeiro a saber quando o DREAM Act for aprovado. FIRM's Mobile Action Network é uma maneira excelente de ficar por dentro e ter o máximo de impacto no momento certo. SEJA A MUDANCA QUE VOCE QUER VER NO MUNDO - PARTICIPE !
Recently we came across the book "The Politics Of Immigration" which brings light to common prejudgements about immigration and immigrants. After few pages we decided to invite its author for an interview, to get a personal and humanized perspective between the lines.

Millions of immigrants all over the world still suffer from prejudice and lack of understanding of people who themselves have had some kind immigration history in their genealogy. As it happened to Jane - the arrow of love might tight you to an immigrant suddenly, and then it's garantee you will be among the ones who suffer the must - are you prepared?

But why after so many centuries we are still struggling ? Aren't we all immigrants some how? Aren't we such hard workers and people with a good heart just trying to provide a better life for our families? ...

Time has come for us to go beyond our "common sense" affirmations and questions to initiate a serious debate based on facts, real numbers and real cases. As immigrants, relatives of immigratants but mainly HUMANS we should learn how to protect our rights and the good American Constitution which has been the only hope for many people much before us. In this interview you will find a powerful "life and work experience pill" - Jane Guskin is prescribing us a new path. Please check also our NEWS/HOME section where you can read more about Jane's and David Wilson's book.

O Dream Act (Developement, Relief and Education for Alien Minors) que sobreviveu ao fracasso do projeto de reforma das leis de imigração em junho de 2007 não pôde vencer o clima de xenofobia que está invadindo sempre mais a política e a mídia americana. No dia 24 de outubro a proposta de lei do Senador Richar J. Dubin que tinha amplo apoio bi-partidário, não conseguiu obter os 60 votos necessários no Senado para poder continuar viva. A proposta do Dream Act era criar uma possibilidade de legalização provisória para os filhos de imigrantes que preenchem estas condições:

1. entraram ou foram trazidos ilegalmente para os Estados Unidos antes de completarem os 16 anos; moram aqui há mais de 5 anos;
2. completaram o High School.

Depois de uma autorização temporária de residência por seis anos, a “green card” seria concedida àqueles que, depois do High School tivessem completado também dois anos de faculdade ou dois anos de serviço militar.

O presidente Bush não apoiou a proposta de lei, embora a tinha apoiado quando estava incluída no projeto abrangente de reforma migratória do começo do ano. Assim acabou o “sonho” de legalização e continua o “pesadelo” dos jovens imigrantes que, sem culpa, estão nos Estados Unidos sem autorização.

VISTO U


No entanto, o Departamento de Segurança da Nação (Department of Homeland Security) promulgou finalmente as regras para que alguns imigrantes possam receber o Visto U. Esse oferece proteção a vítimas de crimes.

Depois de muitos anos de espera, finalmente foi implantada uma nova categoria de vistos para proteger indocumentados que foram vítimas de crimes, contanto que eles auxiliem agentes da lei a resolverem casos criminais.

O novo programa, que foi criado legislativamente em 2000, entrou em vigor no mês de outubro 2007. Foram sete anos para ser implementado porque o serviço de imigração tinha que desenvolver as regras para as agências federais, estatais e municipais.

O Visto U permite que vítimas de crimes violentos como estupro, tortura e abuso infantil residam no país por quatro anos e possam também qualificar para a residência permanente, mesmo sendo ilegais. Os cônjuges e os filhos também podem ficar com eles. Imigrantes que testemunharam crimes também podem obter o visto.

Dez mil vistos serão disponibilizados todos os anos para as pessoas que qualificam. As pessoas que aplicam para o visto devem anexar um certificado dos investigadores declarando que estão auxiliando numa investigação. O formulário para solicitar o visto U é o I-918, disponível no website do serviço de imigração. Instruções sobre quem pode aplicar para o Visto U e os requisitos necassários também estão disponíveis no site.
Sempre atentos as mudanças migratórias que há muitos anos compõem a história de Nova Iorque e região, o respeitado jornal americano NY Times acabou de publicar uma longa matéria que menciona diversos fatores que estão levando imigrantes brasileiros a empacotarem as malas e retornarem ao Brasil.

De acordo com o jornal, o 'culprit' dessa migração ao reverso tem sido o aumento do medo de deportação, a crise economica americana, a incapacidade de renovação da carteira de motorista, a perda da vantagem cambial do dolar com relação ao real, a melhoria da economia brasileira e as saudades dos parentes cada vez mais idosos que fazem com que o imigrante brasileiro repense a "vantagem" de continuar a viver nos EUA.

NY Times cita o exemplo da familia Borges que depois de 12 anos esperando regularizar sua vida nesse país, desistiu de viver na ilegalidade, e retornou hoje ao Brasil levando consigo seus dois filhos americanos e relutantemente deixando o filho mais velho o qual se recusa a abandonar sua vida na America. Motivados pelo promissor "etanol" e a alardeada economia estabilizada brasileira, eles deixam para trás muitas conquistas como o desenvolvimento escolar dos filhos, uma casa, seus próprios negócios testemunhando seu amor pela comunidade onde vivem e dizendo que nunca deixariam os Estados Unidos se tivessem tido sua situação migratória regularizada.

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