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Agosto 2019
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No dia 15 de janeiro passado, o mundo celebrou mais uma vez o nascimento de um grande homem de fé - Martin Luther King. King foi um pastor protestante, ativista político americano e um dos mais importantes líderes do movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos e no mundo, com uma campanha de não violência e de amor ao próximo.

Ele foi a pessoa mais jovem a receber o Prémio Nobel da Paz em 1964, pouco antes de seu assassinato.O último discurso de Martin Luther king ainda é MUITO ATUAL HOJE, a luz dos últimos acontecimentos no Egito, onde milhares de pessoas estão sendo atacadas pelas forças do regime ditador de Mubarak, com ao silêncio complacente dos Estados Unidos, o maior financiador do regime.




Essa política do silêncio está abalando profundamente a imagem dos EUA na região, e por consequência a imagem do povo americano. Agentes do governo ditador de Mubarak estão Invadindo os escritórios de organizações não governamentais, atacando jornalistas como Anderson Cooper (CNN) e centenas de outros, intimidando estrangeiros, retirando laptops, batendo e atirando em ativistas, além de ter completamente DESLIGADO A INTERNET.

Essa tentativa de isolar o país do mundo, tem o objetivo de esconder as atrocidades que o governo começou a promover desde ontem - quando atirou a queima roupa contra milhares de ativistas pacíficos que ocupavam o local.

Obama deve cortar TODO FINANCIAMENTO e a ajuda militar ao Egito IMEDIATAMENTE, essa ação única causaria o impacto necessário para desmotivar a ação dos militares contra a população civil do Egito. A comunidade internacional inclusive a BRASILEIRA, deve pronúnciar-se energicamente contra essa violência absurda que está sendo cometida contra os direitos humanos de milhares de pessoas no Egito.

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Acompanhe os últimos acontecimentos no Egito seguido o tweeter de Sharif Kouddous, correspondente de Democracy Now. 

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Ativismo político

Em 1955, Rosa Parks, uma mulher negra, se negou a dar seu lugar em um ônibus para uma mulher branca e foi presa. Os líderes negros da cidade organizaram um boicote aos ônibus de Montgomery para protestar contra essa imprudência a segregação racial em vigor no transporte. Durante a campanha de 381 dias, co-liderada por King, muitas ameaças foram feitas contra a sua vida, foi preso e viu sua casa ser atacada. O boicote foi encerrado com a decisão da Suprema Corte Americana em tornar ilegal a discriminação racial em transporte público.

Depois dessa batalha, Martin Luther King participou da fundação da Conferência de Liderança Cristã do Sul (CLCS, ou em inglês, SCLC, Southern Christian Leadership Conference), em 1957. A CLCS deveria organizar o ativismo em torno da questão dos direitos civis. King manteve-se à frente da CLCS até sua morte, o que foi criticado pelo mais democrático e mais radical Comitê Não-Violento de Coordenação Estudantil (CNVCE, ou em inglês, SNCC, Student Nonviolent Coordinating Committee).

O CLCS era composto principalmente por comunidades negras ligadas a igrejas batistas. King era seguidor das ideias de desobediência civil não-violenta preconizadas por Mohandas Gandhi (líder político indiano também conhecido como Mahatma Gandhi), e aplicava essas ideias nos protestos organizados pelo CLCS.

King acertadamente previu que manifestações organizadas e não-violentas contra o sistema de segregação predominante no sul dos EUA, atacadas de modo violento por autoridades racistas e com ampla cobertura da mídia, iriam criar uma opinião pública favorável ao cumprimento dos direitos civis; e essa foi a ação fundamental que fez do debate acerca dos direitos civis o principal assunto político nos EUA a partir do começo da década de 1960.

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