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SCALABRINIANOS
Setembro 2019

“Servir, não ser servido”. Com este lema foi ordenado bispo no dia 1º de julho de 1984, o arcebispo de Manaus (AM) e vice-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Luiz Soares Vieira. Na véspera de seu jubileu de prata episcopal, o vice-presidente da Conferência dos Bispos concedeu entrevista à Assessoria de Imprensa da CNBB, para falar de sua experiência pastoral no Norte do país.

Natural de Conchas (SP), dom Luiz se emociona ao falar de sua experiência pastoral no coração da Amazônia. O que ele chama de “mudança de horizontes em sua vida”. “Fui feito bispo para trabalhar na Amazônia, experiência que mudou para sempre meu modo de olhar e perceber o mundo”, disse o arcebispo.

Dom Luiz também faz questão de dizer que teve sorte ao chegar na Amazônia e encontrar um “povo acolhedor”, o mesmo que ele chama de “povo diferente” e um “bom clero”. “Ao chegar na Amazônia, há pouco mais de 20 anos, eu fui muito bem acolhido por um povo diferente, acolhedor. Os Amazônidas têm uma identidade peculiar porque, diferente do resto do Brasil, eles vivem mais o presente e não ligam tanto para o futuro. Já o clero, estava muito bem preparado quando eu cheguei. Um detalhe interessante é que só conheci a Amazônia dois dias antes de assumir a arquidiocese. Na minha visão [a Amazônia] é outro mundo, que precisa ser desenvolvido racionalmente, pois estamos à beira de mudanças climáticas. Esta região é um paradigma que se encaixa bem na Teologia da Criação e da Redenção. A Igreja tem um papel muito importante a desempenhar aqui”. Clique para ler mais.


 

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